quarta-feira, 6 de abril de 2011

Leigos para o Desenvolvimento, 25 anos


LD | Missão em São Tomé e Príncipe
Lisboa, 06 abr 2011 (Ecclesia) – Os Leigos para o Desenvolvimento, organização não governamental para o desenvolvimento (ONGD) de cariz católico, celebram este mês os seus 25 anos de “aventuras, de alegria e de muito serviço”.
Em texto publicado esta terça-feira no semanário Agência ECCLESIA, Carmo Fernandes, diretora executiva da ONGD, revela que o programa de comemorações, de abril 2011 a abril 2012, pretende “celebrar a história e preparar o futuro”, bem como “partilhar com ex-voluntários, parceiros e amigos este marco histórico”.
No princípio, os Leigos para o Desenvolvimento (LD) contavam com alguns jovens ligados ao Centro Universitário Manuel da Nóbrega e ao Centro Universitário Padre António Vieira, instituições dirigidas pela Companhia de Jesus (jesuítas).
Depois de São Tomé e Príncipe (1988), os LD estiveram no Malawi (entre 1991 e 1994) ajudando nos campos de refugiados moçambicanos, deslocados pela guerra.
Desde essa altura, mais de 320 voluntários missionários estiveram em 7 países, enviados pela organização católica.
“Hoje, com 14 pessoas no terreno (Neves em S. Tomé e Príncipe; Benguela e Uíge em Angola; Cuamba em Moçambique; Díli, em Timor Leste), prosseguimos a nossa Missão de promover o desenvolvimento integral e integrado de pessoas e comunidades de países em desenvolvimento e de Portugal, com vista à sua capacitação e autonomização, através do testemunho e da intervenção preferencial de voluntários missionários qualificados”, refere Carmo Fernandes.
Segundo esta responsável, “os LD representam hoje uma forma de fazer cooperação para o desenvolvimento e de solidariedade social com características muito particulares, tais como o voluntariado de longo prazo e a vida comunitária”.
O 25.º aniversário pretende ser uma ocasião para “sensibilizar e influenciar a sociedade civil para a importância do desenvolvimento humano e comunitário como fatores determinantes para a construção de um mundo mais justo e solidário”.

OC
Fonte - Ecclesia - 

domingo, 3 de abril de 2011

O Sínodo Diocesano está a chegar às paróquias

A proposta de realização de um Sínodo Diocesano " Portalegre-Castelo Branco " foi apresentada e aceite em assembleia do Clero, em 28 de Janeiro de 2009. D. Antonino Dias tinha chegado, em 12 de Outubro de 2008: uma boa oportunidade para dinamizar a acção pastoral na diocese. Nesta assembleia, foi indicado o coordenador dos trabalhos preparatórios.

A decisão da sua realização foi votada em reunião conjunta do Conselho Pastoral Diocesano e do Conselho Presbiteral, em 06 de Junho seguinte. A votação, explicitamente querida pelo nosso bispo como vinculativa, foi esclarecedora: 41 votos a favor e 4 contra.

O coordenador, para além da apresentação do processo sinodal, à luz da Instrução sobre os Sínodos Diocesanos, da Congregação para os bispos, nas reuniões arciprestais do Clero, no Conselho Pastoral e no Conselho Presbiteral, tratou de constituir a Comissão pré-sinodal, que viria a ser composta por 3 sacerdotes, um diácono permanente, uma religiosa, e dois leigos (uma mulher e um homem).

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