quarta-feira, 9 de outubro de 2013

1478 voluntários portugueses Em projetos de voluntariado missionário


Quatrocentos e cinco jovens e adultos realizam este ano projetos de voluntariado missionário em países em desenvolvimento e 1073 em Portugal.
África, América do Sul, América Central e Ásia recebem 405 voluntários portugueses. Destes, 114 partem para Moçambique, 98 para Cabo Verde e 69 para Angola. São Tomé e Príncipe acolhe 48 voluntários, a Guiné-Bissau 31, o Brasil 25 e Timor-Leste 14. Três voluntários marcam ainda presença no Perú, um nas Honduras, um em El Salvador e um outro na República Centro Africana.
Este é o resultado de um inquérito feito às 61 Entidades que integram a Rede de Voluntariado Missionário coordenada pela FEC, sendo que das 61, em 2013, 37 (menos sete que no ano passado) enviam voluntários em missão. Entre elas estão: ONGD, IPSS, Associações Juvenis, Congregações Religiosas, Paróquias, Dioceses, Fundações e grupos informais de jovens e adultos.


terça-feira, 8 de outubro de 2013

MENSAGEM para DIA MUNDIAL DAS MISSÕES 2013



Caros Irmãos e Irmãs,


Celebramos, este ano, o Dia Mundial das Missões, enquanto estamos a concluir o Ano da fé, ocasião importante para reforçar a nossa amizade com o Senhor e o nosso caminho como Igreja, que anuncia com coragem o Evangelho. Nesta perspectiva, gostaria de vos propor algumas reflexões.


1. A fé é um dom  precioso de Deus, que abre a nossa mente para que o possamos conhecer e amar. Ele quer estabelecer uma relação connosco para nos fazer participantes da sua própria vida e tornar a nossa vida com maior sentido, mais bela e melhor. Deus ama-nos! A fé, no entanto, exige ser acolhida, exige a nossa resposta pessoal, exige a coragem para nos aproximarmos de Deus, para vermos o seu amor, gratos pela sua infinita misericórdia.
É um dom, pois, que não é reservado apenas a alguns, mas que é oferecido a todos com generosidade. Todos deveriam poder experimentar a alegria de nos sentirmos amados por Deus, a alegria da Salvação! E é um dom que não se pode possuir apenas para si próprio, mas que deve ser partilhado. Se o quisermos possuir para nós próprios, tornar-nos-emos  cristãos isolados, estéreis e doentes. O anúncio do Evangelho faz parte do ser discípulo de Cristo e é um empenho constante que anima toda a vida da Igreja. “O impulso missionário é um sinal claro da maturidade de uma comunidade eclesial” (Bento XVI, Exort. Ap. Verbum Domini, 95). Cada comunidade torna-se “adulta” quando professa a fé, a celebra com alegria na liturgia, vive a caridade e anuncia sem cessar a Palavra de Deus, saindo do seu próprio espaço fechado para levá-la também à “periferia”, sobretudo a quem ainda não teve a oportunidade de conhecer Cristo. A solidez da nossa fé, a nível pessoal e comunitário, mede-se também pela capacidade de a comunicar aos outros, de a irradiar, de a viver na caridade, de a testemunhar a quantos vivem e partilham connosco o caminho da vida.

2. O Ano da fé, a cinquenta anos do início do Concílio Vaticano II, é um estímulo para que toda a Igreja tenha uma renovada consciência da sua presença no mundo contemporâneo, da sua missão entre os povos e nações. A missionariedade não é só uma questão de territórios geográficos, mas de povos, de culturas e de cada pessoa, porque “os confins” da fé não atravessam só lugares e tradições humanas, mas o coração de cada homem e de cada mulher. O Concílio Vaticano II sublinhou, de modo particular, como o trabalho missionário, a tarefa de alargar os confins da fé, seja próprio de cada baptizado e de todas as comunidades cristãs: “Dado que  o povo de Deus vive nas comunidades, especialmente nas dioceses e paróquias, e nelas se torna visível,  cabe também a esta comunidade ser testemunha de Cristo diante de todas as nações.” (Decr. Ad Gentes, 37). Cada comunidade é, pois, interpelada e convidada a fazer seu o mandato dado por Jesus aos apóstolos de ser suas “testemunhas em Jerusalém em toda a Judeia e Samaria e até aos confins da terra” (Act 1, 8), não como um aspecto secundário da vida cristã,  mas como um aspecto essencial: todos somos enviados pelo mundo para caminhar com os irmãos, professando e testemunhando a nossa fé em Cristo e tornando-nos anunciadores do seu Evangelho.  Convido os Bispos, os Presbíteros, os conselhos presbiterais e pastorais, cada pessoa e cada grupo responsável na Igreja a dar o devido relevo à dimensão missionária nos programas pastorais e formativos, sentindo que o próprio empenho apostólico não é completo, se não contém o propósito de “tornar-se testemunha de Cristo diante das nações”, diante de todos os povos. A missionariedade não é somente uma dimensão programática na vida cristã, mas também uma dimensão paradigmática que diz respeito a todos os aspectos da vida cristã.

3. Frequentemente, a obra da evangelização encontra dificuldades não só no exterior, mas também no interior da própria comunidade eclesial. Às vezes, são fracos o fervor, a alegria, a coragem, a esperança no anunciar a todos a mensagem de Cristo e em ajudar os homens do nosso tempo a encontrá-Lo.  Às vezes, também se pensa que levar a verdade do Evangelho é fazer violência à liberdade. Paulo VI tem palavras claras sobre a questão: “Seria um erro impor qualquer coisa à consciência dos nossos irmãos. Mas propor a esta consciência a verdade evangélica e a salvação de Jesus Cristo com plena clareza e com todo o respeito pelas opções livres que essa consciência fará…é uma homenagem a esta liberdade." (Exort. Ap. Evangelii Nuntiandi, 80 ). Devemos ter sempre a coragem e a alegria de propor, com respeito, o encontro com Cristo, fazendo-nos portadores do seu Evangelho. Jesus fez-se homem para nos indicar o caminho da salvação, e confiou-nos também a missão de dar a conhecer esta salvação a todos os homens, até aos confins da terra. Muitas vezes,verificamos que a violência, a mentira, o erro são propostos e colocados em evidência. É urgente mostrar ao nosso tempo a vida  do Evangelho, através do anúncio e do testemunho e isto, desde já, no interior da Igreja. Porque, nesta perspectiva, é importante nunca esquecer o principio fundamental de cada evangelizador: não se pode anunciar Cristo sem a Igreja. Evangelizar nunca é um acto isolado, individual, privado, mas sempre eclesial. Paulo VI escrevia que “quando o mais desconhecido pregador, missionário, catequista ou Pastor, anuncia o Evangelho, reúne a comunidade, transmite a fé, administra um Sacramento, ainda que o faça sozinho, realiza um acto de Igreja”. Ele não age “para atribuir a si uma missão, nem age através de uma inspiração pessoal, mas em união com a missão da Igreja e em nome dela” (ibidem) E isto dá força à missão e faz sentir, a cada missionário e evangelizador, que não está sozinho, mas é parte de um único Corpo animado pelo Espírito Santo.

4. No nosso tempo, a mobilidade aumenta e a facilidade de comunicação através dos “novos media” misturaram entre si os povos, os conhecimentos, as experiências. Por motivos de trabalho famílias inteiras deslocaram-se de um continente para o outro; os intercâmbios profissionais e culturais, em seguida, o turismo e fenómenos análogos impeliram a um amplo movimento de pessoas. Ás vezes, até se torna difícil para a comunidade paroquial conhecer de  modo seguro e certo quem está de passagem ou quem vive de forma efectiva nesse território.  Além disso, em áreas sempre mais amplas das regiões tradicionalmente cristãs, cresce o número daqueles que são estranhos à fé, indiferentes à dimensão religiosa ou animados por outras crenças. Frequentemente, alguns baptizados fazem opções de vida que os afastam da órbita da fé, tornando-os assim candidatos a uma “nova evangelização”. Acrescentar a tudo isto se verifica o facto que  ainda uma grande parte da humanidade não conhece a boa nova de Jesus Cristo. Vivemos, pois, um momento de crise que toca vários sectores da existência humana, não só o da economia, das finanças, da segurança alimentar, do ambiente, mas também o do sentido profundo da vida e dos valores fundamentais que a animam. Também as relações humanas são marcadas pelas tensões e conflitos que provocam insegurança e o cansaço para encontrar o caminho para uma paz estável. Nesta complexa situação, onde o horizonte do presente e do futuro parecem envolvidos por nuvens ameaçadoras, torna-se ainda mais urgente levar com coragem a cada realidade o Evangelho de Cristo, que é anúncio de esperança, de reconciliação, de comunhão, anúncio da proximidade de Deus, da sua misericórdia, da sua salvação, anúncio da força do amor de Deus, que é capaz de vencer as trevas do mal e de nos conduzir sobre o caminho da bem. O homem do nosso tempo tem necessidade de uma luz segura que ilumina o seu caminho e que só o encontro com Cristo pode dar. Levemos a este mundo, com o nosso testemunho, com amor, a esperança dada pela fé! A missionariedade da Igreja não é proselitismo, mas antes testemunho de vida que ilumina o caminho, que traz esperança e amor. A Igreja – repito uma vez mais – não é uma organização assistencial, uma empresa, uma Organização Não Governamental (ONG), mas é antes uma comunidade de pessoas, animada pela acção do Espírito Santo, que viveram e vivem o espanto do encontro com Jesus Cristo,  desejando partilhar esta experiência de profunda alegria, partilhar a Mensagem da salvação que o Senhor nos trouxe. É o próprio Espírito Santo que guia a Igreja neste caminho.

5. Queria a todos encorajar a tornarem-se anunciadores da boa notícia de Cristo e estou grato, de modo particular, aos missionários e às missionárias, aos sacerdotes Fidei Donum, aos religiosos e às religiosas, aos leigos – sempre mais numerosos – que, acolhendo o chamamento do Senhor, deixam o próprio país, para espalhar o Evangelho em terras e culturas diversas. Mas gostaria também de sublinhar como as próprias igrejas jovens se estão a empenhar generosamente no envio de missionários às igrejas que estão em dificuldade – geralmente Igrejas cristãs antigas – levando assim a frescura e o entusiasmo com as quais elas vivem a fé, que renova a vida e dá esperança. Viver neste contexto de dimensão universal, respondendo ao mandato de Jesus “Ide, pois, e fazei discípulos em todos os povos”(Mt 28, 19) é uma riqueza para cada Igreja particular, para cada comunidade. Assim, enviar missionários e missionárias não é mais visto como uma perda, mas, antes, um ganho. Faço um apelo a todos quantos sentem tal chamamento a corresponderem generosamente à voz do Espírito, segundo o seu próprio estado de vida, e a não terem medo de serem generosos com o Senhor. Convido também os Bispos, as famílias religiosas, as comunidades e todas as associações cristãs a sustentarem, com clarividência e discernimento atento, o chamamento missionário ad gentes e a ajudarem as Igrejas que têm necessidade de sacerdotes, de religiosos, de religiosas e de leigos para apoiar a comunidade cristã. E esta atenção deveria também estar presente entre as Igrejas que fazem parte de uma mesma Conferência Episcopal ou de uma Região: é importante que as Igrejas mais ricas de vocações ajudem com generosidade aquelas que sofrem com a sua escassez.
Ao mesmo tempo exorto os missionários e as missionárias, especialmente os sacerdotes fidei donum e os leigos, a viverem com alegria o seu precioso serviço nas Igrejas às quais são enviados, e a levarem a sua alegria  e a sua experiência às Igrejas da sua origem, recordando como Paulo e Barnabé no fim da sua primeira viagem missionária “contando tudo aquilo que Deus tinha feito por seu meio e como tivesse aberto as portas da fé aos pagãos" (Act 14,27) Eles podem  vir a ser um caminho para uma espécie de “restituição” da fé, levando a frescura das jovens igrejas, para que as igrejas da antiga cristandade encontrem o entusiasmo e a alegria de partilharem a fé  numa mudança que é enriquecimento recíproco no caminho de seguimento do Senhor.
A solicitude para com todas as Igrejas, que o Bispo de Roma partilha com os seus irmãos Bispos, encontra uma importante actuação no empenho das Obras Missionárias Pontifícias que têm como tarefa animarem e aprofundarem a consciência missionária de cada baptizado e de cada comunidade, quer chamando de novo para a necessidade de uma mais profunda formação missionária no interior do Povo de Deus, quer alimentando a sensibilidade da comunidade cristã para oferecer a sua ajuda na difusão do Evangelho no mundo.
Um pensamento, por fim, aos cristãos que, em várias partes do mundo, se encontram em dificuldade para professar livremente a própria fé e em verem reconhecido o direito de a viverem dignamente. São os nossos irmãos e irmãs, testemunhas corajosas – ainda mais numerosos que os mártires dos primeiros séculos – que suportam com perseverança apostólica as várias formas actuais de perseguição. Muitos arriscam também a vida para permanecerem fieis ao Evangelho de Cristo. Desejo assegurar que estou próximo, com a minha oração, junto de todas as pessoas, de todas as famílias e comunidades que sofrem violência e intolerância e quero repetir-lhes as palavras consoladoras de Jesus: “Coragem, eu venci o mundo” (Jo 16, 33).

Bento XVI exortava: ”a Palavra do Senhor avance e seja glorificada” (2Ts 3, 1). Oxalá possa neste  Ano da fé tornar sempre mais sólida a relação com Cristo Senhor, porque  só Nele há a certeza para enfrentar o futuro e a garantia de um amor autentico e duradoiro” (Carta Apos. Porta fidei, 15). É o meu augúrio para  o Dia Mundial das Missões deste ano. Abençoo, de coração, os missionários e as missionárias, todos aqueles que acompanham e asseguram esta fundamental tarefa da Igreja, para que o anúncio do Evangelho possa ressoar em todos os cantos da terra.E nós, ministros do Evangelho e missionários, experimentaremos “ a doce e confortante alegria de evangelizar” (Paulo VI, Exort. Apos. Evangelii Nuntiandi, 80).

Vaticano, 19 de Maio de 2013, Solenidade do Pentecostes

Francisco

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Outubro Missionário Uma Igreja terna, pobre para os pobres

Trata-se de um guião de apoio para grupos, paróquias… em ordem a uma maior vivência do mês de outubro como mês missionário. Além dos esquemas para as diversas semanas, o livro contém a Mensagem do Papa para o Dia Mundial das Missões, entre outros textos e fotos que muito podem ajudar a fortalecer o espírito missionário de cada cristão, grupos e comunidades cristãs.

 




ORAÇÃO MISSIONÁRIA


Espírito Santo,
que desceste sobre os Apóstolos e os fizeste anunciadores do Evangelho:
derrama os teus dons sobre cada um de nós e torna-nos sensíveis aos apelos e às necessidades dos nossos irmãos;
desperta em muitos corações (crianças, jovens e adultos...) o ideal missionário;
dá força e coragem a todos quantos se entregam totalmente ao serviço da MISSÃO.
Amen

O Guião - Aqui -  



quarta-feira, 2 de outubro de 2013

5ª Jornada Missionária Diocesana



As Jornadas Missionárias Diocesanas de 2013 estão à vista. Este ano todos nós – os participantes da 5ª edição deste evento - seremos acolhidos na bela vila de Castelo de Vide, cuja paróquia faz parte do arciprestado de Portalegre.
Recordemos que as Jornadas Missionárias da Diocese de Portalegre – Castelo Branco inserem-se no contexto universal das celebrações do mês missionário que a Igreja comemora em cada outubro. Este ano tomaram por tema a frase muito querida ao Papa Francisco: “Uma Igreja terna, pobre para os pobres”
Realizadas no penúltimo sábado do mês (este ano - dia 19 de outubro), procuram criar espaço para oração, partilha e reflexão sobre a Igreja missionária por natureza, chamando atenção dos batizados para o seu papel de evangelizadores e testemunhas credíveis do Evangelho.
Como nos anos anteriores, também este ano irão contar com momentos formativos e, igualmente, com muita animação e convívio. Todos são bem vindos!

Eis o Programa:
Local: Castelo de Vide
Data: 19 de Outubro (sábado)
Tema: "Uma Igreja terna, pobre, para os pobres"
Horário:
10.00 - Chegada
10.15 - Acolhimento
10.45 - Divisão de grupos
11.00 - Início das atividades
12.30 - Intervalo
13.00 - Almoço
14.00 - Visita guiada à Vila
15.30 - Danças e Cantares
- Castelo de Vide
- S. Tomé e Príncipe
16.30 – Intervalo
17.00 - Eucaristia


terça-feira, 1 de outubro de 2013

Missão @dgentes: ide e anunciai

Em Fátima, no Centro Pastoral Paulo VI, de 20 a 22 de Setembro, decorreram as Jornadas Missionárias 2013 e as II Jornadas Nacionais da Pastoral Juvenil, organizadas pelas Obras Missionárias Pontifícias e pelo Departamento Nacional da Pastoral Juvenil.
Os participantes, cerca de quatro centenas e na sua maioria jovens, refletiram através de conferências, workshops, partilha e testemunhos, o tema “Missão @ad gentes: Ide e anunciai”. 




Tendo como pano de fundo as Jornadas Mundiais de Juventude 2013 e a presença do Papa Francisco com a sua mensagem concreta e as suas atitudes, os participantes destas jornadas chegaram às seguintes conclusões:

-O território da missão não é um espaço geográfico mas o coração de cada homem e de cada mulher, que a missão é sempre jovem e que a chave da missão e da evangelização é o testemunho.

-Tendo mudado o paradigma do conhecimento e da credibilidade da experiência religiosa, Deus continua a revelar-se, a estar presente e a manifestar-se hoje na história e nos ritmos da cultura e das suas manifestações e mutações, como sempre o fez.

-As comunidades cristãs e seus agentes, olhando para as culturas juvenis, devem fazer a descoberta de que Cristo está a atuar, a convocar-nos à abertura, ao diálogo e à conversão, sentindo-nos chamados a recuperar uma capacidade de discernir os sinais de Deus neste contexto e os apelos de conversão que Ele nos faz.

-Os jovens, como “lugar de missão,” na sua novidade e diferenças, exigem uma clarificação do que temos de relevante a dizer e de que modo o poderemos realizar.  Esta tarefa de anúncio da fé em Jesus Cristo tem que ser feita com uma vontade sincera em que a graça que nos faz viver pode fazer viver outros sem deixarem de ser homens e mulheres do nosso tempo.


-As JMJ e o apelo do Papa Francisco aos jovens “ide, sem medo, para servir” é um desafio extensivo aos cristãos de todas as idades para que a Igreja seja fiel a Cristo, viva ao jeito do Bom Pastor, e realize o seu mandato “como eu vos fiz, fazei vós também”.

-Nesta complexa situação, onde o horizonte do presente e do futuro parece atravessado por nuvens ameaçadoras, torna-se ainda mais urgente levar corajosamente a todas as realidades o evangelho de Cristo, que é anúncio de esperança, de comunhão, de proximidade, de misericórdia, de modo que ele seja luz segura que ilumina os caminhos da humanidade.

-As áreas da cultura, da economia, da família, da bioética e outros campos, alargam horizontes à missão e colocam novos desafios, exigem novas respostas, coragem e alegria para propor o encontro com Cristo, no respeito pela liberdade de cada pessoa.


As próximas Jornadas Missionárias e da Pastoral Juvenil serão nos dias 20 e 21 de Setembro de 2014.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

O Secretariado das Obras Missionárias Pontifícias e das Missões prepara o novo ano pastoral.



Após algum período de “inactividade”, no dia 20 de maio, na casa das Pequenas Missionárias de Maria Imaculada nos Envendos, reuniu o Secretariado das Missões e das Obras Missionárias Pontifícias da Diocese de Portalegre – Castelo Branco.
O objectivo principal desta reunião prendeu-se com a programação do novo ano de actividades pastorais, nomeadamente preparação das próximas Jornadas Missionárias Diocesanas, realizadas, tradicionalmente, no penúltimo sábado do mês de Outubro.
Esta efeméride, inserida nas celebrações mundiais do mês missionário, será acolhida, este ano, a nível da nossa Igreja local, pelo arciprestado de Portalegre e estará subordinada ao lema “inspirado” pelo Papa Francisco – “Uma Igreja terna, pobre para os pobres”.
A reunião, proporcionando o reencontro amigável entre os membros do Secretariado, serviu igualmente para trocar algumas ideias e projectar, em traços ainda muito gerais, a visão do objectivo que se pretende atingir com a realização das Jornadas deste ano.
Ficou também comprovado que todos os membros do Secretariado, apesar de vários afazeres e compromissos pessoais e profissionais, encontram-se em “boa forma”, olhando com esperança e optimismo para as actividades futuras

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Longomel foi convocada para a Missão




Evangelizar é fazer abrir as portas do coração
Há alguns meses atrás, mais precisamente a 23 de Setembro do ano passado, a Paróquia de Nossa Senhora da Oliveira de Longomel foi convocada para a Missão Popular. Desde essa data, um pouco como os 72 do Evangelho, animadores e equipa responsável visitaram as famílias e os recantos desta terra, anunciando a Missão. As seis reuniões preparatórias e a celebração dos Bodas de Ouro da Igreja motivaram a criação de tempos de oração com as crianças, os jovens e os adultos. Houve um apelo forte para que alguém, nos vários centros populacionais, oferecesse a sua casa como lugar de encontro de cristãos e que se dispusessem a ser animadores-catequistas. Este trabalho não foi fácil, mas tal tarefa já foi evangelizar pois abriram-se as portas e houve muitos corações que se ofereceram generosamente.
Longomel é uma freguesia portuguesa do concelho de Ponte de Sor, com 46,19 km² de área e 1 228 habitantes (2011). As aldeias que pertencem a freguesia de Longomel são: Rosmaninhal, Longomel, Escusa, Tom e Vale do Arco. De 2005 a 2011 esteve ao cuidado pastoral dos padres vicentinos e, presentemente, tem como pároco o P. Alberto Tapadas.

Comunidades, celebrações e peregrinação
Neste domingo de Pentecostes, na Eucaristia, foram impostas as mãos aos Animadores, missionários e donos das casas (na foto), sendo os mesmos enviados a evangelizar e a servir a gente desta terra.
Foi um dia grande para esta comunidade de Longomel! Missionários vindos de fora - P. Agostinho, José Neves (Santiago do Cacém), Henriqueta (Lisboa) e Adelaide (Tomar) - e leigos de Longomel foram enviados para continuar a missão de Cristo, o evangelizador dos pobres. Assim, nas casas, na igreja e em todos os lugares desta terra, vai tomar-se viva a ordem de Jesus: "Ide e pregai a toda a gente; o que ouvistes no oculto, dizei-o em plena luz; não tenhais medo, pois Eu estarei convosco; sede minhas testemunhas". Foi um novo Pentecostes!

A Missão decorre de 19 de Maio a 2 de Junho, sendo a primeira semana preenchida com as pequenas comunidades (nove, ao todo), visita a doentes e encontros com crianças e famílias. A segunda semana será usada para celebrações temáticas em quatro locais diferentes (Longomel, Escusa/Tom, Rosmaninhal e Vale do Arco) e para as festas da catequese. Acontecendo no domingo, dia 26 de Maio, a peregrinação diocesana a Fátima, vai fazer-se um investimento forte para que este dia seja vivido em pleno por várias dezenas de participantes destas localidades que querem consagrar-se a Maria e colocar no regaço da Mãe, Estrela da Evangelização, esta Missão Popular.
P. Agostinho Sousa, CM

sábado, 20 de abril de 2013

ENCONTRO DE FORMAÇÃO PARA ANIMADORES



No próximo dia 27 de Abril, em S. João de Negrilhos, acontecerá um novo Encontro de Formação para Animadores da Comunidade. [O programa -AQUI - ] O tema em reflexão é “Todos, tudo e sempre em Missão”. Exactamente a proposta feita por Bento XVI na mensagem do Dia Mundial das Missões do ano findo. Este encontro será orientado pelo Director Nacional das Obras Missionárias Pontifícias, P. António Lopes, SVD.
Não é todos os dias que um Director Nacional se desloca a uma Diocese para reflectir, partilhar preocupações e trabalhos, para escutar e para lançar propostas. Aqui fica o convite e o desafio para que todos, desde os sacerdotes aos religiosos, os grupos de leigos de adultos ou de jovens, os membros de movimentos ou serviços possam participar neste dia de formação.

Numa reunião, em Fevereiro, em Fátima, com os Directores diocesanos das Missões e com a presença de cerca de cinquenta leigos de várias dioceses, o P. António Lopes, apresentou uma reflexão a que deu o título: “A paixão pela Animação Missionária”. Nessa partilha, após enunciar as linhas de força do documento “Ad Gentes”, falou de alguns obstáculos e também de alguns caminhos feitos, de modo particular, do crescimento do voluntariado missionário e de alguns passos dados quer com o Congresso Missionário (2008), quer com a Carta dos Bispos “Para um rosto missionário da Igreja em Portugal”.
O Director Nacional das OMP, após estas constatações lançou um desafio: “Hoje não faltam conferências, cursos de missiologia e festas missionárias: mas quantos, após tais manifestações, decidem oferecer-se a si mesmos?”. E continuava: ‘Não podemos calar o que vimos e ouvimos’ (Act 4,20). “A vocação missionária desafia-nos a avançar para águas mais profundas. Somente quem tiver diante dos olhos a urgência da evangelização, sentir-se-á impelido por uma força interior a convencer e a estimular os outros a colocar-se no caminho da missão. A animação missionária é antes de tudo o anseio do evangelizador de exortar todos os cristãos a viver e a agir em prol desta iniciativa de Deus, Porque temos de ter consciência de que a missão ainda se encontra no seu início”. (RM 32)
E depois de muitas outras reflexões, concluía deste modo: “Hoje para nós é evidente que a Igreja, para ser verdadeira Igreja de Jesus Cristo, deve ser Missionária. ‘Toda a Igreja e cada uma das Igrejas são enviadas para junto dos povos’ (RM 3). ‘A missão universal da Igreja nasce da fé em Jesus Cristo. É somente na fé que se compreende e que se funda a missão” (RM4). Por isso todos os organismos eclesiais, paróquias, obras e movimentos avaliem a sua validade e a sua vitalidade à luz do imperativo missionário. Ninguém trabalha para si mesmo: Somos todos e unicamente missionários do Reino de Deus”.
O Centro Missionário Diocesano faz um apelo para que todos participem neste e nos outros encontros de formação. A partilha e troca de ideias e experiências, as propostas e desafios lançados, ajudarão a crescer no conhecimento: enriquecem-nos para melhor podermos servir.
P. Agostinho Sousa/CDM/Beja

domingo, 14 de abril de 2013

50ª Semana das Vocações




Oração para a 50ª Semana das Vocações

Deus Pai, fonte da vida,

que pelo teu filho, Jesus Cristo,
nos deste o Espirito de confiança e de amor:
envia operários para a tua Igreja;
dá vitalidade de fé
a cada família, paróquia e diocese,
onde desabrochem numerosas vocações sacerdotais e religiosas
e os baptizados vivam generosamente o Evangelho,
ilumina com a santidade da tua palavra
os pastores e os consagrados;
anima os jovens nos seminários e nas casas de formação;
renova a esperança na Igreja e continua a chamar muitos
para que nunca faltem testemunhas autênticas,
transfiguradas no encontro contigo,
e anunciadoras da tua alegria à comunidade cristã e aos irmãos.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Habemus Papam: Francisco I - Rezemos por ele





Pelas 18h portuguesas nos chegou a notícia de que o Espírito Santo ajudou os Cardeais a escolherem o novo Romano Pontífice.

O seu nome era Jorge Mario Bergoglio. Agora assumiu o nome de Francisco I.

Algumas notas da biografia do Cardeal Jorge Mario Bergoglio, agora sucessor de São Pedro.

* nasceu em 17-12-1936 em Buenos Aires;

* filho dos italianos Mario Bergoglio, um funcionário ferroviário, e Regina, dona de casa;

* formou-se como técnico químico e depois sentiu o chamamento do Senhor ao Sacerdócio;

* em 1958, começou o noviciado na Companhia de Jesus (Jesuítas);

* em 1964, em Buenos Aires, dedicou-se ao ensino de Literatura e Psicologia no colégio de El Salvador;

* fez o curso de Teologia entre 1967-1970;

* foi ordenado a 13-12-1969;

* deu aulas em diversos colégios e escolas;

* em 1972 foi mestre de noviços;

* em 1986 foi até à Alemanha para terminar o seu doutoramento;

* em 20 de Maio de 1992 foi nomeado Bispo pelo Santo Padre João Paulo II, para a diocese de Auca;

* em 1998 foi nomeado arcebispo de Buenos Aires;

* foi feito cardeal por João Paulo II em 2001.

* a 13-03-2013 pelas 19h portuguesas apareceu vestido de branco com o nome novo "Francisco", é o nosso Santo Padre!

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Mensagem Quaresmal do Senhor Bispo


VIVER A QUARESMA EM ANO DA FÉ
E EM CAMINHADA SINODAL
 
O Santo Padre, neste Ano da Fé e baseando-se na primeira Carta de S. João (4, 16), intitulou a sua mensagem para a Quaresma com o mote: “Crer na caridade suscita a caridade”.
Sendo um dom gratuito de Deus, a fé é um ato livre, pessoal e autenticamente humano, em que a inteligência e a vontade humanas cooperam com a graça divina. Esta fé não nos engana porque se funda na própria Palavra de Deus. Faz com que a pessoa compreenda melhor Aquele em Quem acreditou e conheça mais e melhor a grandeza e a majestade de Deus. Pela fé, cada crente vive em contínua ação de graças e conhece, de forma diferente, a unidade e a verdadeira dignidade de todos os homens. É pela fé, fé que não vai contra a razão nem se impõe pela força, que o homem toma consciência da sua dignidade, valoriza a sua própria vida como Dom de Deus para si e como dom de si para os outros, aprende a ter confiança em Deus em todas as circunstâncias e a fazer bom uso das coisas criadas que sabe respeitar, agradecer, promover, multiplicar e partilhar. Sendo um ato “soberanamente pessoal”, a fé é, ao mesmo tempo, um ato “plenamente eclesial”. Conforme refere o Catecismo da Igreja Católica que estou a seguir de perto, “ninguém se deu a fé a si mesmo, como ninguém a si mesmo se deu a vida. Foi de outrem que o crente recebeu a fé; a outrem a deve transmitir. O nosso amor a Jesus e aos homens impele-nos a falar aos outros da nossa fé. Cada crente é, assim, um elo na grande cadeia dos crentes. Não posso crer sem ser amparado pela fé dos outos, e pela minha fé contribuo também para amparar os outros na fé” (CIC 166). Necessária para a salvação, a fé, verdadeiramente vivida e celebrada, faz com que possamos saborear já, neste mundo, a alegria e a luz da visão beatífica, vivendo no tempo a vida que existe em Deus: a Caridade, o Amor (cf. CIC 135 …). Ao mesmo tempo que nos revela o rosto de Deus que entregou o seu Filho por nós, a fé, afirma Bento XVI, “gera em nós a certeza vitoriosa de que isto é mesmo verdade: Deus é amor!”. O cristão, conquistado e movido por este amor, consciente de ser amado, perdoado e servido pelo Senhor que lavou os pés dos apóstolos e Se oferece a Si mesmo na cruz para atrair a humanidade ao amor de Deus, o cristão, porque discípulo de Cristo, está aberto de modo profundo e concreto ao amor do próximo. “Assim como Eu vos amei, também vós deveis amar-vos uns aos outros. Se tiverdes amor uns para com os outros, todos reconhecerão que sois meus discípulos” (Jo 13, 34-35).
 
RELAÇÂO ENTRE FÉ E CARIDADE
 
Celebrar a Quaresma no contexto do Ano da Fé leva-nos a refletir, pois, sobre a relação entre “o crer em Deus, no Deus de Jesus Cristo, e o amor, que é fruto da ação do Espírito Santo e nos guia por um caminho de dedicação a Deus e aos outros”. Há um entrelaçamento indissolúvel entre fé e caridade, como escreve o Santo Padre. “A fé é conhecer a verdade e aderir a ela (cf. 1 Tim 2, 4); a caridade é “caminhar” na verdade (cf. Ef 4, 15). Pela fé entra-se na amizade com o Senhor; pela caridade, vive-se e cultiva-se esta amizade (cf. Jo 15, 14-15). A fé faz-nos acolher o mandamento do nosso Mestre e Senhor; a caridade dá-nos a felicidade de pô-lo em prática (cf. Jo 13, 13-17). Na fé, somos gerados como filhos de Deus (cf. Jo 1, 12-13); a caridade faz-nos perseverar na filiação divina de modo concreto, produzindo o fruto do Espírito Santo (cf. Gal 5, 22). A fé faz-nos reconhecer os dons que o Deus bom e generoso nos confia; a caridade fá-los frutificar (cf. Mt 25, 14-30)”. E fá-los frutificar na vida pessoal e familiar, no trabalho e na profissão, na vida política e económica, na vida cultural, social e comunitária.
 
EVANGELIZAR: A MELHOR OBRA DE CARIDADE
 
Por vezes, diz-nos Bento XVI na sua Mensagem, “por vezes, tende-se a circunscrever a palavra “caridade” à solidariedade ou à mera ajuda humanitária; é importante recordar, ao invés, que a maior obra de caridade é precisamente a evangelização, ou seja, “o serviço da Palavra”. Não há ação mais benéfica e, por conseguinte, caritativa para com o próximo, do que repartir-lhe o pão da Palavra de Deus, fazê-lo participante da Boa Nova do Evangelho, introduzi-lo no relacionamento com Deus: a evangelização é a promoção mais alta e integral da pessoa humana. Como escreveu Paulo VI na Encíclica Populorum Progressio, “o anúncio de Cristo é o primeiro e principal fator de desenvolvimento”. E isto acontece na e pela comunidade, espaço rico e diversificado pela inclusão etária, cultural e social. É na comunidade cristã que a fé se faz amor, convocando, propondo, agindo e seduzindo. Só a fé traduzida em amor pode ser proposta evangelizadora e transmissora do reino que acontece. Só a amor motivado pela fé, leva à conversão e à dinâmica sacramental na vida, deitando mão de muitos meios sem esquecer os tradicionais, sempre recomendados e atuais: a oração, o jejum, a partilha. Empenhar-nos mais e melhor na caminhada sinodal é também um gesto de amor: é a evangelização que está em causa, é a evangelização que nos move com esperança.
 
DESAFIOS
 
Vivamos a Quaresma em familiaridade com a Palavra de Deus que aumenta em nós a fé. Sintamos a alegria de A anunciar para que outros se abram mais decididamente ao dom precioso da fé. Descubramos cada vez mais o valor e a importância da comunidade cristã que, movida pelo Espírito Santo, é o agente principal e principal responsável pelo empenhamento dos fiéis na dinâmica da fé e do amor fraterno. E porque a fé sem obras está morta, partilhemos a nossa vida com generosidade atenta e alegria contagiante, sentindo-nos próximos e irmãos de todos, com discrição e amizade. Partilhemos também do pouco que temos com aqueles que ainda têm menos, de modo que todos se possam sentir amados e possam alimentar a esperança de que melhores dias hão de vir e, sobretudo, possam reconhecer em nós as razões daquela Esperança que não engana. A fé que atua pela caridade renova-nos e renova a sociedade à luz do mistério de Cristo morto e ressuscitado por todos.
Atendendo à difícil situação económica que continuamos a viver, a renúncia quaresmal deste ano voltará a ser para o Fundo Social Diocesano, verba que será gerida pela Cáritas Diocesana, retirando cinco mil euros para o Centro nutricional do Liupo, Moçambique, o valor indicado para um projeto que a Congregação do Verbo Divino, presente na nossa Diocese, tem sob o lema: Campanha “Mãos Unidas” 2013.
 
Antonino Dias
Bispo de Portalegre-Castelo Branco

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Dia do Consagrado


A nossa Missão
merece todas as forças e toda a vida (*)



Senhor, confiaste-me uma missão.
Mas qualquer missão provém do teu amor infinito.
Pois que Tu confias em mim, convidas-me a partilhar a tua missão.
Por outro lado, cada missão depende da resposta que darei.
Devo tomar consciência da grandeza de quanto me foi confiado,
nada menos do que a própria missão de Jesus.
«Assim como o Pai me enviou, também Eu vos envio a vós» (Jo 20,21).
Senhor, para mim, o teu nome é «Salvador».
Toda a tua vida foi consagrada a esta missão: a salvação…
Seguindo-te, eu sou um «salvador» para os nossos dias.
Concede-me que a grandeza da minha missão me penetre!
Para a realizar, deverei rezar, preparar-me, agir, colaborar, observar…
O teu exemplo, Jesus, está na minha frente.
Tu cumpriste a tua missão no calvário.
Isto significa que sacrificaste a tua vida por ela.
Sim, esta missão merece que lhe consagre as minhas forças,
toda a minha vida,
porque ela é amor de Deus, amor dos meus irmãos.
«Devo amar com todo o meu espírito,
com todas as minhas forças,
com toda a minha alma,
com todo o meu ser».
Porque tudo o que não faço com paixão
está destinado ao insucesso.
O bom resultado depende de um empenhamento absoluto.
«Tudo pela missão».
Uma vez terminada, sentir-me-ei em paz.
Confiar-te-ei, Senhor, o que me resta fazer.
Não é esta a tua missão?
(*) Cardeal Van Thuan